21 maio 2026

O GEO Portal do BUPI

 




GeoPortal BUPi

O Geoportal do BUPi foi concebido para cidadãos, municípios, técnicos habilitados e investigadores. Centraliza, num único ponto de acesso, informação geográfica essencial sobre o território português, apresentada de forma intuitiva e transparente.

  • Mapas atualizados
  • Dashboards interativos
  • Análise territorial
  • Conteúdos exclusivos BUPi


Consulta pública

O que é?

A consulta pública é um procedimento administrativo assente na participação democrática dos cidadãos (artigo 9.º, alínea c), da Constituição da República Portuguesa), assegurando a estes a possibilidade de consultar informação, pronunciar-se e apresentar reclamações sobre matérias com impacto na comunidade.

No contexto do BUPi, a consulta pública incide sobre as Representações Gráficas Georreferenciadas (RGG) de prédios localizados numa determinada área, previamente identificada, com vista à sua integração no Sistema Nacional de Informação Cadastral.

A informação e a respetiva documentação de cada consulta pública são publicitadas durante 60 dias úteis no Mapa de Consulta Pública do BUPi , nos sítios da Internet e balcões dos municípios e juntas de freguesia abrangidos, bem como nas restantes entidades competentes.


Consulta Pública

A informação e a documentação de cada consulta pública são publicitadas, durante 60 dias úteis, no sítio da Internet do BUPi, no sítio oficial da Internet da respetiva autarquia, por edital afixado na sede da freguesia onde se localizam os prédios e através da rede diplomática e consular.

Neste mapa, pode visualizar todas as Representações Gráficas Georreferenciadas (RGG) que integram a consulta pública em curso.

Como participar?

A participação na consulta pública é livre e gratuita, constituindo simultaneamente um direito e um dever de qualquer cidadão. Para participar, deve consultar a documentação publicitada, analisar os processos de RGG (Representação Gráfica Georreferenciada) disponíveis e verificar se as geometrias dos polígonos correspondem aos limites físicos dos prédios. Caso discorde dos limites de um ou mais polígonos, pode apresentar uma reclamação (para cada um dos polígonos) no prazo de 60 dias úteis a contar da publicitação da consulta pública, mediante o preenchimento de um formulário por cada processo de RGG a que pretenda opor-se. As reclamações são analisadas por uma Comissão Administrativa, que delibera sobre cada situação.



Fontes/Links:

https://bupi.gov.pt/GeoPortalBUPi.html

https://mapapublico.bupi.gov.pt/consultapublica/

Outros Links relacionados:

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2025/05/ebupi-disponibiliza-visualizador-publico.html

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20 maio 2026

Dia Mundial das Abelhas

 


Um dia especial dedicado aos nossos pequenos grandes aliados: os insetos polinizadores.

18 maio 2026

AIGP | Áreas de gestão de paisagem a diferentes velocidades


O secretário de Estado das Florestas admitiu hoje (13-05-2026) que a execução das áreas integradas de gestão de paisagem (AIGP) está a decorrer a diferentes velocidades, quando o prazo para a conclusão das operações acaba este ano.

“Temos AIGP que estão com uma execução fantástica e há outras que não estão com a mesma velocidade”, admitiu Rui Ladeira, que falava à agência Lusa à margem da sessão de apresentação de um projeto em torno do combate a incêndios florestais, na Lousã, distrito de Coimbra.

Segundo o secretário de Estado, há “várias situações” distintas dentro da aplicação deste instrumento de gestão e ordenamento do território, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e que, por isso, tem de ser executado este ano.

“As condições foram todas elas criadas já por este Governo, que foi alargar prazos, criar condições, simplificar orientações técnicas, criar todas as oportunidades. Mas aqui há as dinâmicas locais, das iniciativas, do envolvimento, da motivação, da ação, da determinação [de cada entidade]”, afirmou Rui Ladeira.

Essas dinâmicas locais fazem com que umas AIGP “tenham bons resultados” e “outras não têm tantos resultados”, notou.

“Até dezembro, há a possibilidade de executar os planos de ação, quem não os executar, os recursos que foram disponibilizados ficam em causa, porque têm de ser utilizados a bem da floresta e da organização da paisagem”, acrescentou o secretário de Estado das Florestas.

Na sessão de apresentação do projeto Firepoctep Avanza, que é liderado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIMRC), Rui Ladeira salientou a importância de um maior uso de fogo controlado (apontando para o objetivo de cinco mil hectares intervencionados anualmente) e maior recurso do pastoreio para assegurar descontinuidades nas áreas florestais do país.

Abordando os impactos da Kristin na floresta, o secretário de Estado recordou a excecionalidade da limpeza até 30 de junho para os territórios afetados pela tempestade, assim como a possibilidade de serem flexibilizados trabalhos de limpeza durante o período crítico.

À agência Lusa, Rui Ladeira explicou que nos cerca de 40 mil hectares de área impactada, está prevista a possibilidade de serem desenvolvidos trabalhos de limpeza durante o período crítico, usando a plataforma já utilizada hoje para validar queimas e queimadas.

“Agora, haverá a possibilidade das empresas que estão a operar nestas zonas que sejam consideradas prioritárias, poderem identificar o equipamento, os operadores e que as autoridades saibam onde é que estão a fazer esses trabalhos”, aclarou.

Nesse sentido, será possível ter todas as operações em período crítico identificadas e sinalizadas, permitindo reforçar meios para o caso de haver uma ignição no decorrer desses trabalhos.

“Precisamos, neste período sensível, que haja a possibilidade de as empresas, as pessoas poderem remover o material de risco que está nestas zonas mais sensíveis”, disse.

Recorde-se aqui que já em 23-04-2026Secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira, tinha admitido que, apesar do esforço no terreno, o tempo era curto e que não iria ser possível limpar tudo a tempo. Por isso foram identificados 22 concelhos prioritáriosque concentram cerca de 96% da área mais afetada. E é aí que o Governo promete concentrar esforços e agir se for necessário. “Se essas áreas não estiverem intervencionadas, vamos tomar uma ação musculada como nunca existiu”, avisou, abrindo a porta a uma intervenção direta do Estado.

Foi ainda feita referência ao Problema em "identificar os interlocutores"

O debate trouxe também à tona um problema estrutural mais profundo: a dificuldade em gerir o território. “Temos hoje um grave problema, que é conseguir identificar quem são os interlocutores”, admitiu Rui Ladeira, referindo-se à falta de registo e organização de muitas propriedades florestais, o que dificulta intervenções rápidas.

Ainda assim, o Governo garante que está a agir com base numa estratégia de longo prazo, com o plano Floresta 2050, que aposta na valorização e resiliência do setor.


Fontes/Links:

https://www.agroportal.pt/execucao-das-areas-de-gestao-de-paisagem-a-diferentes-velocidades-governo/

https://conta-la.pt/pt/arvores-derrubadas-pelas-tempestades-podem-levar-a-%E2%80%9Cverao-terrivel%E2%80%9D-%E2%80%9Cnao-vamos-conseguir-limpar-tudo-em-tempo-util%E2%80%9D?fbclid=IwdGRleARXdlZleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZAo2NjI4NTY4Mzc5AAEe-fQDNnFrSjWj2JCIQ6SfvZUAii9xWLIVP3J-sg-XZi448sds3cj3_3LgpL0_aem_aJtvfbsRcRsNlyfXK7Y5nQ

Outros Links relacionados:

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2026/05/portugal-espanha-e-lousa-reforcam-sua.html

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A terminologia...

  Neste post debruçamo-nos sobre as evoluções que temos vindo a registar na terminologia. Falamos aqui das AIGP das OIGP e das OIGP 2.0. A A...