15 julho 2026

15-07-2026 | Notícias da Vila | Proposta de OIGP 2.0 da Lousã aprovada



Proposta de OIGP 2.0 da Lousã aprovada por unanimidade Operação visa reforçar a resiliência do território, reduzir o risco de incêndio rural e responder aos danos provocados pela tempestade Kristin publicado a 15 de Julho de 2026 

A Câmara Municipal da Lousã tomou conhecimento, na última Reunião do Executivo Municipal, da aprovação por unanimidade da Proposta de Operação Integrada de Gestão da Paisagem 2.0 da Lousã, no âmbito da Área Integrada de Gestão da Paisagem 2.0 — AIGP 2.0 da Lousã.

A proposta foi previamente objeto dos procedimentos legalmente exigidos, incluindo divulgação e consulta pública, tendo sido posteriormente submetida à apreciação dos proprietários e demais interessados abrangidos pela operação, em reunião conjunta realizada no dia 25 de junho de 2026. Na sequência da aprovação por unanimidade, encontram-se reunidas as condições para a submissão da proposta ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. — ICNF, para efeitos de análise e aprovação final.

A OIGP 2.0 da Lousã surge na sequência dos graves danos provocados pela tempestade Kristin, em particular nos territórios da Região Centro, e enquadra-se num regime excecional de intervenção territorial que visa assegurar uma resposta célere e integrada de recuperação da paisagem, redução do risco de incêndio rural e mitigação das ameaças fitossanitárias resultantes da elevada acumulação de material lenhoso e da degradação dos espaços florestais.

A delimitação da OIGP 2.0 da Lousã abrange cerca de 12.943 hectares, integrando aproximadamente 7.319 hectares de área florestal. De acordo com as estimativas provisórias disponíveis, cerca de 342 hectares de povoamentos florestais foram significativamente afetados pela tempestade Kristin. As áreas atingidas distribuem-se pelas cinco freguesias do concelho, correspondendo cada uma delas a uma Unidade de Intervenção.

A proposta prevê a execução de um conjunto integrado de operações de gestão florestal, incluindo o corte, remoção e transporte de material lenhoso afetado, a gestão de biomassa residual, a criação ou reforço de parques temporários de armazenamento de material lenhoso, ações de controlo fitossanitário de emergência e o restabelecimento de acessibilidades, nomeadamente ao nível da rede viária florestal.

Estão ainda contemplados investimentos imateriais associados ao apoio técnico, acompanhamento da execução, elaboração de cartografia, preparação e gestão de procedimentos, validação de pedidos de pagamento e verificação da execução física das operações.

No âmbito da 1.ª republicação do Aviso-Convite n.º 09/C08-i01.01/2026, “Criação de Novas OIGP 2.0 para as Áreas Florestais Atingidas pela Tempestade Kristin”, está prevista para a Câmara Municipal da Lousã, enquanto entidade gestora da AIGP 2.0, uma dotação orçamental de 428.942,00 euros.

Para o Presidente da Câmara Municipal da Lousã, Victor Carvalho, “esta operação representa uma resposta necessária, urgente e responsável aos danos provocados pela tempestade Kristin, mas é também uma oportunidade para reforçar a gestão ativa da paisagem, proteger pessoas, bens e ecossistemas e aumentar a resiliência do nosso território face ao risco de incêndio rural”.

O autarca sublinha ainda que “a aprovação por unanimidade da proposta demonstra a importância do envolvimento dos proprietários e dos agentes locais neste processo, confirmando que a recuperação e valorização da paisagem só é possível com uma resposta coletiva, coordenada e tecnicamente sustentada”.



Fontes/Links:

https://cm-lousa.pt/proposta-de-oigp-2-0-da-lousa-aprovada-por-unanimidade/

Outros Links relacionados:


ΦΦΦ

13 julho 2026

Recuperação florestal após tempestade Kristin até 30-11-2026

 



Recuperação florestal após tempestade Kristin tem prazos apertados

Mais de 400 mil euros para a Lousã


Por Soraia Santos

A Lousã foi um de quatro concelhos a entrar na segunda fase das Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP), que prevê um apoio de 428.942 euros para o município e proprietários limparem espaços florestais afetados pela tempestade Kristin.

Depois de um primeiro despacho, publicado em abril, o Governo alargou o programa a mais quatro municípios, incluindo o da Lousã, que, embora passe a estar abrangido, enfrenta prazos apertados.

Numa reunião na Biblioteca Municipal, no dia 25 de junho, foi anunciado pela Câmara que os interessados tinham só até ao dia 30 para fazer um primeiro registo dos danos na Plataforma de Suporte de Emergências em Territórios, obrigatório para serem elegíveis.

Estavam em causa apoios para corte, remoção, transporte e processamento de material lenhoso, num máximo de 1.500 euros por hectare, consoante os danos.

Manuela Ferraz, técnica da Câmara Municipal, explicou que, quando for o dono a realizar os trabalhos, recebe a compensação correspondente, mantendo a propriedade da madeira.
Nos outros casos, a autarquia assume a intervenção, após publicação de edital.

A madeira é vendida e, se a receita superar os custos da operação, o proprietário pode receber a diferença. Mas, havendo prejuízo, nada recebe. Além dos prazos, vários dos presentes na reunião, a residir em áreas afetadas, questionaram se valeria a pena aderir ao programa, considerando que a eventual despesa associada aos trabalhos, complexos e em sítios de difícil acesso, deve ultrapassar o valor da madeira recolhida.

Embora sem dados confirmados, terão submetido o primeiro registo apenas cerca de 15 pessoas. O presidente da Câmara, Victor Carvalho, admitiu existirem limitações, mas afirmou que “o município não podia deixar fugir quase meio milhão de euros”.
No que respeita à autarquia, são elegíveis despesas para desobstrução e recuperação da rede viária florestal, criação de parques temporários para armazenamento de madeira, assim como ações de controlo fitossanitário.

Um apuramento inicial pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas e pela Direção-Geral do Território, com base em imagens de satélite, identificou 342 hectares de área florestal com necessidade de intervenção, a que se juntam outras zonas entretanto sinalizadas por proprietários e Câmara.

Os trabalhos de responsabilidade municipal terão de ser apresentados numa candidatura, até 20 de julho, e estar concluídos até 30 de novembro.


Leia na íntegra a informação divulgada na edição do Jornal Trevim (ed.1591 de 9-07-2026). 



Fontes/Links:

Edição n.º 1591 do Quinzenário Trevim, Pág 12.


Outros Links relacionados:

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/p/25-06-2026-apreciacao-e-aprovacao-da.html

https://vaqueirinhoampv.blogspot.com/p/lousa-regeneracao-florestal.html

ΦΦΦ

07 julho 2026

Operação Integrada de Gestão da Paisagem (OIGP 2.0) da Área Integrada de Gestão da Paisagem (AIGP2.0) da Lousã - Aprovada


(...)

De acordo com a informação divulgada no Portal Institucional do Município (Edital n.º 40/2026) relativo à publicidade das deliberações da Câmara Municipal de 6-07-2026 a Operação Integrada de Gestão da Paisagem (OIGP 2.0) da Área Integrada de  Gestão da Paisagem (AIGP2.0) da Lousã foi aprovada "por unanimidade e em minuta".


Data: 7-07-2026


Fontes/Links:

https://cm-lousa.pt/wp-content/uploads/2026/07/Edital_40_2026.pdf

Outros Links relacionados:

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2026/06/noticias-da-vila-oigp-20-consulta.html

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2026/06/aigp-20.html

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/p/18-06-2026-contributo-enviado-ao-gtf.html

ΦΦΦ

26 junho 2026

A terminologia...

 

Neste post debruçamo-nos sobre as evoluções que temos vindo a registar na terminologia.

Falamos aqui das AIGP das OIGP e das OIGP 2.0.


A AIGP Serra da Lousã

na terminologia de 2024 fazia-se referência a Entidades de Gestão Florestal (EGF) e Unidades de Gestão Florestal (UGF) sendo a EGF / UGF reconhecida a AGASL - Associação Gestora da Área Integrada de Gestão da Paisagem Serra da Lousã [Registo n.º 18/EGF/2022 EN 236 3200-067 Candal Lousã].


Entidade gestora: Associação Gestora da AIGP Serra da Lousã (AGASL)

Área abrangida897,20 hectares


A OIGP Serra da Lousã

Entidade gestora: Associação Gestora da AIGP Serra da Lousã (AGASL)

Área abrangida: 897,20 hectares





A OIGP 2.0 da AIGP da Lousã

Consulta Pública da Proposta de Operação Integrada de Gestão da Paisagem (OIGP 2.0) da Área Integrada de Gestão da Paisagem (AIGP) da Lousã

Entidade gestora: Município da Lousã

Área abrangida12 943 hectares




Fontes/Links:

https://www.fundoambiental.pt/apoios-prr/c8-florestas/09c08-i01012026-criacao-de-novas-oigp-20.aspx

https://cm-lousa.pt/servicos/consulta-publica/consulta-publica-da-proposta-de-operacao-integrada-de-gestao-da-paisagem-oigp-2-0-da-area-integrada-de-gestao-da-paisagem-aigp-da-lousa/

Outros Links relacionados:

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/p/aigp-oigp-egf-ugf-prgp-prgp-sla-prr-ptp.html

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2023/04/aigp-serra-da-lousa.html

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2024/03/aprovada-operacao-integrada-de-gestao.html

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2022/06/edital-232022-aigp-serra-da-lousa.html

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2024/01/ainda-sobre-proposta-de-operacao.html

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2024/01/ainda-sobre-proposta-de-operacao.html

ΦΦΦ

17 junho 2026

FGC 2018 e Áreas ardidas 2025

 

Hoje recuamos no tempo para revisitar um post que publicámos aqui no Blog datado de janeiro de 2023...

O post referia-se ao tema da execução de faixas de gestão de combustível nos aglomerados populacionais e comentava sobre as supostamente criadas faixas de gestão de combustíveis de 100 metros, na envolvente ao Vaqueirinho e Catarredor.

Presentemente, defrontamo-nos com a realidade pós-incêndio de agosto de 2025 que pode ser visualizada como segue:



 as FGC definidas pelo Município em 14-03-2018


Aldeia do Vaqueirinho - detalhe 


 

Fontes/Links:

https://cm-lousa.pt/wp-content/uploads/2018/08/VaqueirinhoeCatarredor.pdf

Outros Links relacionados:

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2023/01/sobre-execucao-de-faixas-de-gestao-de.html

ΦΦΦ 

12 junho 2026

OIGP 2.0 | Operações Integradas de Gestão da Paisagem (OIGP) 2.0 - Kristin

 

AIGP / OIGP 2.0 - Kristin; Áreas ardidas; Perigosidade estrutural e conjuntural; Freguesias prioritárias para intervenção DFCI; Dados sobre incêndios de 1980 a 2000.





. Áreas Ardidas

Cartografia oficial que se divulga nos termos do n.º 9 do artigo 37.º do Decreto-Lei n.º 82/2021, de 13 de outubro.

Geocatálogo: Cartografia da área ardida (no menu <Procurar> escreva <área ardida>

2025
Área ardida
Geocatálogo: Cartografia da área ardida (no menu <Procurar> escreva <área ardida>

extensão da área ardida em 2025 na área das aldeias do Catarredor e Vaqueirinho

a extensão da área ardida em 2025 (vista alargada)



AIGP / OIGP 2.0 - Kristin; Áreas ardidas; Perigosidade estrutural e conjuntural; Freguesias prioritárias para intervenção DFCI; Dados sobre incêndios de 1980 a 2000.

Despacho n.º 4631-A/2026, de 8 de abril

São constituídas as Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP) de:

Alcobaça

Alvaiázere

Ansião

Batalha

Castelo Branco

Ferreira do Zêzere

Figueira da Foz

Figueiró dos Vinhos

Góis

Leiria

Lousã

Mação

Marinha Grande

Miranda do Corvo

Nazaré

Oleiros

Ourém

Pedrógão Grande

Pombal

Porto de Mós

Proença-a-Nova

Sertã

Soure

Tomar

Vila de Rei

Vila Velha de Ródão


. OIGP 2.0

Operações Integradas de Gestão da Paisagem (OIGP) 2.0 - Kristin

(...)

Lousã

Edital [pdf] | Proposta [pdf] | Anexos [zip]


Despacho n.º 6522/2026  de 21 de maio

Determina:

1 — São constituídas as Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP) de Ansião, Figueiró dos Vinhos, Lousã e Mação.

2 — As AIGP identificadas no número anterior abrangem todo o território dos respetivos municípios.



. Perigosidade Estrutural


A carta de perigosidade de incêndio rural (entenda-se perigosidade estrutural) é uma das componentes da cartografia de risco de incêndio rural de acordo com estatuído no n.º 1 do artigo 41.º do Decreto-Lei n.º 82/2021, de 13 outubro, dando continuidade ao já definido no anterior diploma legal (Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 junho). Esta carta é um elemento crucial para o planeamento das medidas de prevenção e combate a incêndios rurais, por via do ordenamento do território, do ordenamento florestal e da prevenção estrutural, para o condicionamento às atividades de fruição dos espaços rurais e para a alocação de meios de vigilância e combate aos fogos.

Em 2020, o ICNF alterou a metodologia e o modo de apresentação da cartografia de perigosidade, passando a ser apresentada a carta acima referida - carta de perigosidade de incêndio rural - e uma carta de cariz anual denominada por carta de perigosidade conjuntural. Até à data, foram publicadas as cartas conjunturais de 2020, 2021 e 2022. Esta nova metodologia foi elaborada no âmbito de um projeto envolvendo o Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, entre outras entidades (ver documento metodológico). As duas cartas de perigosidade comportam cinco classes, designadamente «muito baixa», «baixa», «média», «alta» e «muito alta».”

A carta de perigosidade de incêndio rural (estrutural) encontra-se publicada no Diário da República, tal como definido no Decreto-Lei n.º 82/2021, de 13 de outubro, estando também disponível neste sítio (ver inicio desta página) e no Sistema Nacional de Informação Territorial (SNIT) da Direção-Geral do Território. A carta conjuntural encontra-se apenas disponível no sítio da Internet do ICNF.

Perigosidade de Incêndio Rural (perigosidade estrutural 2020-2030):

Consulte/descarregue no Geocatálogo (http://geocatalogo.icnf.pt) a carta de perigosidade de incêndio rural, e no menu <Procurar> escrever: Perigosidade


(...)


Data: 12-06-2026


Fontes/Links:

https://www.icnf.pt/florestas/gfr/gfrgestaoinformacao/dfciinformacaocartografica

https://geocatalogo.icnf.pt/catalogo_tema5.html

https://cm-lousa.pt/servicos/consulta-publica/consulta-publica-da-proposta-de-operacao-integrada-de-gestao-da-paisagem-oigp-2-0-da-area-integrada-de-gestao-da-paisagem-aigp-da-lousa/

https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/despacho/4631-a-2026-1082906739

https://www.icnf.pt/api/file/doc/b615002ae1811593

https://www.trevim.pt/2026/06/11/nova-oigp-da-lousa-em-consulta-publica/

ΦΦΦ 

01 junho 2026

Notícias da Vila | OIGP-2.0 | Consulta Pública

 


Consulta Pública da Proposta de Operação Integrada de Gestão da Paisagem (OIGP 2.0) da Área Integrada de Gestão da Paisagem (AIGP) da Lousã

Encontra-se a decorrer a partir de hoje, dia 1 de junho de 2026, e com termo a 23 de junho de 2026 

publicado a 1 de Junho de 2026



Encontra-se a decorrer a partir de hoje, dia 1 de junho de 2026, e com termo a 23 de junho de 2026, o período de Consulta Pública da Proposta de Operação Integrada de Gestão da Paisagem (OIGP 2.0) da Área Integrada de Gestão da Paisagem (AIGP) da Lousã, cuja criação visa “promover a redução do risco de incêndio rural e das ameaças de natureza fitossanitária, melhorando os serviços dos ecossistemas e fomentando a revitalização dos territórios nos concelhos afetados pela tempestade Kristin, contribuindo, simultaneamente, para o reforço da resiliência dos espaços rurais.”

Criadas pelo Governo, as Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP) constituem zonas cuja gestão é feita de forma articulada e integrada, promovendo uma abordagem coletiva à intervenção no espaço florestal. A AIGP da Lousã abrange áreas situadas nas freguesias Gândaras, Lousã, Serpins, Vilarinho e União das Freguesias de Foz de Arouce e casal de Ermio, numa área total aproximada de 12 943 hectares (o que corresponde à totalidade da área do concelho).

Esta proposta encontra‑se disponível para consulta pública e recolha de contributos, permitindo a participação ativa dos proprietários, produtores florestais e demais interessados.

(...)

Aceda, atravès dos Links disponibilizados abaixo, ao texto integral dos documentos em consulta e aos meios , datas e formas de dar o seu contributo.


Fontes/Links:







ΦΦΦ

26 maio 2026

O risco alto e muito alto de incêndio é maior nas regiões Centro e Norte do país, representando mais de metade do seu território



A notícia divulgada pela Agência Lusa refere que, de acordo com o INE, perto de um terço (30,6%) do território continental de Portugal está classificado como área de alto e muito alto risco de incêndio rural, indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).


A informação faz parte da "caracterização das áreas de perigosidade de incêndio rural", divulgada hoje pelo INE e que foi realizada com base na Carta de perigosidade estrutural de incêndio rural 2020-2030, publicada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.


Mais precisamente, 25,4% do território tem um risco muito baixo de incêndio rural, em 19,7% o risco é baixo e em 16,5% é médio, sendo alto em 16,4% do território e muito alto em 14,2%.


O risco alto e muito alto de incêndio é maior nas regiões Centro e Norte do país, representando mais de metade do seu território (50,5% e 50,2%, respetivamente), e no Algarve (30,7%).

(...)

Curiosamente, quando pesquisamos sobre a caracterização destes riscos para melhor compreender os fenómenos que lhe possam estar associados verificamos que a informação do ICNF sobre Classes de Perigo de Incêndio Florestal e sua Interpretação utiliza as classes de perigo e não classes de risco de Baixo, Moderado, Elevado, Muito Elevado e Extremo.

(clique na imagem para melhor visualização)



Para mais detalhes, consulte os links disponíveis abaixo.



Data: 21-05-2026


Fontes/Links:

https://www.rtp.pt/noticias/pais/perto-de-um-terco-de-portugal-continental-com-risco-alto-e-muito-alto-de-incendio-rural-alerta-ine_n1742913

https://www.agroportal.pt/perto-de-um-terco-de-portugal-continental-com-risco-alto-e-muito-alto-de-incendio-rural-ine/

https://www.vidarural.pt/producao/incendio-rural-portugal/

https://fogos.icnf.pt/localizador/legenda/Indices_FWI.pdf

Outros Links relacionados:

https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/despacho/3440-2026-1072648146

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/p/limpeza-de-terrenos-ate-31-de-maio.html

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2026/05/o-risco-alto-e-muito-alto-de-incendio-e.html

ΦΦΦ

15-07-2026 | Notícias da Vila | Proposta de OIGP 2.0 da Lousã aprovada

Proposta de OIGP 2.0 da Lousã aprovada por unanimidade Operação visa reforçar a resiliência do território, reduzir o risco de incêndio rural...