06 janeiro 2026

o BUPi o Cadastro e o "estado da arte"...


Ligue para o balcão BUPi da Lousã – Agendamento através do nº 239 993 313 

Dando sequência às anteriores divulgações feitas, neste Blog, sobre o tema do cadastro predial e as diligências do Governo da República para tentar pôr a escrita em dia, damos, desta feita, nota da informação recentemente divulgada sobre a matéria. 


Governo vai aplicar um “novo modelo institucional que assegure a continuidade e consolidação" do projeto Balcão Único do Prédio (BUPi). Gestão da plataforma de registo e cadastro passará para o Instituto dos Registos e do Notariado


Mais de três milhões de propriedades já estão referenciadas por 158 municípios que recorreram ao Balcão Único do Prédio (BUPi), plataforma nacional de registo e cadastro do território, segundo a contabilização do Governo.

Numa resolução do Conselho de Ministros publicada hoje, que aprovou um novo modelo institucional para a continuidade do BUPi, o Governo refere que, até novembro de 2025, mais de 469 mil cidadãos identificaram as suas propriedades através da plataforma.

Atualmente, 158 municípios aderiram ao BUPi (91,3% dos que ainda não têm cadastro predial e o podem fazer), tendo celebrado os acordos interinstitucionais previstos na Lei n.º 65/2019, adotada a 23 de agosto.

A adesão verificada resultou na georreferenciação de mais de três milhões de propriedades, o que corresponde a 34% das quase nove milhões de matrizes existentes nos 173 municípios ainda sem cadastro predial e que, por isso, podem aderir ao BUPi.

Simultaneamente, acrescenta o Governo, já são mais de 1.200 os técnicos habilitados a prestarem apoio à elaboração de representações gráficas georreferenciadas (RGG).

O Governo destaca o contributo do BUPi para o conhecimento da localização, configuração e área dos prédios, sobretudo dos terrenos florestais e agrícolas, e dos seus proprietários, considerando que facilita “um eficaz desenvolvimento do território”, no que diz respeito a planeamento, gestão e ação preventiva face aos riscos.

Na mesma resolução, o executivo prolonga por mais um ano o mandato da eBUPiEstrutura de Missão para a Expansão do Sistema de Informação Cadastral Simplificado, que terminaria no dia 31 de dezembro, adiantando que “a continuidade do trabalho […] será assegurada pelo Instituto dos Registos e do Notariado”.

A prorrogação do mandato até ao final de 2026 “permitirá que a eBUPi se possa dedicar integralmente à execução material do investimento PRR [Plano de Recuperação e Resiliência, fundos europeus] até ao final do seu prazo”.

A conclusão da execução do PRR e o início do processo de fusão da Secretaria-Geral do Ministério da Justiça – entidade que assegura os encargos orçamentais e o apoio logístico e administrativo inerentes à criação e funcionamento da Estrutura de Missão – impõem que se defina “um novo modelo institucional que assegure a continuidade e consolidação do projeto BUPi”, justifica o Governo.

A Estrutura de Missão termina o seu mandato em 31 de dezembro de 2026.


Verifique, neste link, os progressos feitos desde o fecho de 2024.


Data: 29-12-2025


Nota de Atualização:

Registo simplificado de terrenos mantém-se “para já” gratuito – ministra

A ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, afirmou hoje que os registos do cadastro simplificado de terrenos se mantêm, para já, sem custos, apesar de a gratuitidade não estar formalmente prorrogada.

“Era gratuito até dezembro. O que acontece é que não foi ainda determinada a gratuitidade, mas também não há, neste momento, um custo associado às RGG. Quem fizer esse registo no BUPi não tem um custo definido, portanto, para já mantém-se tacitamente gratuito”, explicou.

Leia a notícia na íntegra neste link


Data: 6-01-2026 


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05 janeiro 2026

Notícias da Vila... o Orçamento para 2026


Notícias da Vila

O Orçamento Municipal para 2026


Orçamento Municipal da Lousã para 2026 ultrapassa os 54 milhões de euros e é o maior de sempre

A Câmara Municipal da Lousã aprovou a proposta de Orçamento Municipal para 2026, no valor global superior a 54 milhões de euros, o maior orçamento de sempre do Município, evidenciando uma forte aposta no investimento estruturante, na coesão social, na competitividade e na melhoria contínua da qualidade de vida no Concelho.

Esta proposta distingue-se, igualmente, pela maior captação de fundos comunitários de sempre, com especial destaque para o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e para o enquadramento no Centro 2030, permitindo concretizar projetos estratégicos sem comprometer o equilíbrio financeiro da Autarquia, num contexto marcado pelo aumento dos custos de funcionamento e pela insuficiência das verbas transferidas no âmbito da descentralização de competências.

No eixo da coesão, que apresenta uma dotação global superior a 31 milhões de euros, registando um aumento de cerca de 10% face a 2025, destaca-se o investimento em intervenção social e ação social escolar, num montante de 2,5 milhões de euros, reafirmando a centralidade das pessoas nas políticas municipais.

A educação assume-se como uma das áreas prioritárias do orçamento, com um investimento global superior a 12,8 milhões de euros em 2026, associado à Requalificação da Escola Secundária da Lousã e da Escola Básica n.º 2, bem como à prevista reabilitação do Jardim de Infância de Serpins, no âmbito do Centro 2030 – Investimentos Territorialmente Integrados da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra.

Na área da saúde, a conclusão da empreitada do 2.º edifício do Centro de Saúde da Lousã será uma realidade, correspondendo a um investimento total superior a 3,1 milhões de euros, financiado pelo PRR, dos quais 1,7 milhões de euros serão executados em 2026, permitindo melhorar as condições de prestação de cuidados de saúde à população.
O orçamento para 2026 contempla ainda um investimento superior a 10 milhões de euros na área da habitação, dando continuidade aos projetos associados ao 1.º Direito / Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, às Habitações a Custos Acessíveis e à Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário (BNAUT).

Nos domínios da cultura, desporto e juventude, com um investimento global superior a 1,5 milhões de euros, destaca-se a aposta na programação regular e acessível do Teatro Municipal da Lousã, afirmando-o como uma infraestrutura cultural de referência, bem como o desenvolvimento dos projetos da nova Piscina Municipal da Lousã e a modernização dos Pavilhões Desportivos n.º 1 e n.º 2, no âmbito das requalificações escolares em curso.

No eixo da competitividade e desenvolvimento económico, com mais de 3,4 milhões de euros, merece especial destaque o investimento em mobilidade, que ascende a cerca de 1,5 milhões de euros, incluindo intervenções na rede viária municipal, a Estabilização da EM 580 – Lousã/Castelo/Senhora da Piedade, o Nó dos Pegos (Variante à EN342), bem como o acompanhamento das ações relacionadas com a definição de alternativas à EN17, a ligação do IP3 à A13 e a efetiva entrada em funcionamento do Metro Mondego.

Ainda neste domínio, o Município prossegue a qualificação e expansão da Zona Industrial do Alto do Padrão, a criação do Centro de Negócios e o desenvolvimento de espaços de cowork, enquadrados nos Investimentos Territoriais Integrados da Região de Coimbra e na Intervenção Integrada de Base Territorial do Pinhal Interior.

Na valorização e promoção do território, destaca-se o início do estudo para a implantação do teleférico entre o centro urbano e a Serra da Lousã, um projeto que visa potenciar o turismo de montanha, reforçar a segurança dos visitantes e reduzir a pressão automóvel sobre a serra e as aldeias envolventes.

O eixo da qualidade de vida, com uma dotação de cerca de 5,5 milhões de euros, contempla uma forte aposta na eficiência energética, com investimentos previstos, entre outros, na Biblioteca Municipal Comendador Montenegro, igualmente enquadrados nos ITI da Região de Coimbra.

No âmbito da sustentabilidade ambiental, o orçamento prevê investimentos associados à mitigação dos impactos dos incêndios de agosto de 2025, nomeadamente na reposição de infraestruturas e na estabilização de emergência pós-incêndio, com financiamento proveniente do Fundo de Emergência Municipal e do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum.

Importa ainda salientar o expressivo apoio às instituições sem fins lucrativos do Concelho, incluindo o financiamento de projetos de inovação social, num montante global próximo de 1 milhão de euros, bem como o reforço das transferências para as Juntas de Freguesia, que ultrapassam os 620 mil euros, representando um aumento de cerca de 12% face a 2025, valorizando o trabalho de proximidade com as populações.

A proposta de Orçamento Municipal para 2026 é a primeira apresentada no ciclo autárquico 2025–2029 e evidencia um compromisso claro com a coesão social, o desenvolvimento equilibrado, a sustentabilidade financeira e uma visão estratégica ambiciosa para o futuro do Concelho da Lousã.

Data: 20-12-2025


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